
Como descrever um mito em poucos minutos
Não estou lá... Portanto, devo estar aqui no estúdio da rádio, às 9h50, escrevendo mais uma entrada no “Sobrevivente” (já finalizei as notícias, o que justifica a breve folga). A analogia do início é por conta do filme de Todd Haynes, que tem no elenco a brilhante Cate Blanchett na pele de Bob Dylan.
Eu queria muito assistir ao filme ainda essa semana. A proposta do diretor é bem legal, e foge de querer tentar colocar a vida de ícones como Bob em um espaço de poucas horas. Por isso, a decisão de Haynes em explorar as personalidades do artista de uma forma, digamos, surreal, ficou bem mais interessante.
Já falei da fantástica australiana, e vale citar que “Não Estou Lá” ressuscita outro compatriota, o jovem Heath Ledger, que perdeu sua vida antes de completar 30 anos. Honestamente, a viagem sem volta de Ledger vem a calhar com o tema do filme. Dylan passou por eventos caóticos em sua carreira de 40 anos e segurou bem. Não foi o caso de Ledger. Mas cada um cada um, não vou arriscar um julgamento.
Quando eu “bater” o filme eu volto para comentar...
Abraço
Claudio
Não estou lá... Portanto, devo estar aqui no estúdio da rádio, às 9h50, escrevendo mais uma entrada no “Sobrevivente” (já finalizei as notícias, o que justifica a breve folga). A analogia do início é por conta do filme de Todd Haynes, que tem no elenco a brilhante Cate Blanchett na pele de Bob Dylan.
Eu queria muito assistir ao filme ainda essa semana. A proposta do diretor é bem legal, e foge de querer tentar colocar a vida de ícones como Bob em um espaço de poucas horas. Por isso, a decisão de Haynes em explorar as personalidades do artista de uma forma, digamos, surreal, ficou bem mais interessante.
Já falei da fantástica australiana, e vale citar que “Não Estou Lá” ressuscita outro compatriota, o jovem Heath Ledger, que perdeu sua vida antes de completar 30 anos. Honestamente, a viagem sem volta de Ledger vem a calhar com o tema do filme. Dylan passou por eventos caóticos em sua carreira de 40 anos e segurou bem. Não foi o caso de Ledger. Mas cada um cada um, não vou arriscar um julgamento.
Quando eu “bater” o filme eu volto para comentar...
Abraço
Claudio

