quarta-feira, 26 de março de 2008

Eu queria estar lá. Mas Ledger não quis


Como descrever um mito em poucos minutos

Não estou lá... Portanto, devo estar aqui no estúdio da rádio, às 9h50, escrevendo mais uma entrada no “Sobrevivente” (já finalizei as notícias, o que justifica a breve folga). A analogia do início é por conta do filme de Todd Haynes, que tem no elenco a brilhante Cate Blanchett na pele de Bob Dylan.

Eu queria muito assistir ao filme ainda essa semana. A proposta do diretor é bem legal, e foge de querer tentar colocar a vida de ícones como Bob em um espaço de poucas horas. Por isso, a decisão de Haynes em explorar as personalidades do artista de uma forma, digamos, surreal, ficou bem mais interessante.

Já falei da fantástica australiana, e vale citar que “Não Estou Lá” ressuscita outro compatriota, o jovem Heath Ledger, que perdeu sua vida antes de completar 30 anos. Honestamente, a viagem sem volta de Ledger vem a calhar com o tema do filme. Dylan passou por eventos caóticos em sua carreira de 40 anos e segurou bem. Não foi o caso de Ledger. Mas cada um cada um, não vou arriscar um julgamento.

Quando eu “bater” o filme eu volto para comentar...
Abraço
Claudio

Um comentário:

cyroay72 disse...

Eu estive lá ... e é bom estar preparado, para aqueles que gostam da poesia de Mr. Zimmerman ... O filme é um prato cheio, atuações perfeitas (Christian Bale, Heath Ledger, Cate Blanchett)... Uma ressalva, para quem só conhece Dylan por "Like a Rolling Stone" ou "Knockin' on Heaven's Door" é bom se preparar (Se possível veja antes o documentário "No Direction Home") pois no filme só há referências sobre a pessoa deste poeta e nunca é cito o nome "Bob Dylan" ... Fui ...