
POP E SUAS FACETAS
Seja rock. Seja jazz. Seja ambient. Seja bluegrass. Como disse Frank Zappa: “fazer música é como esculpir o ar”... Esta é a melhor frase que define o ato de fazer música, e eu não me canso de ouvir e “tentar” fazer algo interessante do gênero com minhas singelas composições...
Atualmente eu tenho ouvido um mix de coisas que me influenciam.
Como por exemplo: “Raising Sand”, de Robert Plant e Alison Krauss. Disco fantástico. Eu li em algum lugar que a instrumentação/gravação lembra um pouco o trabalho de Danny Lanois em “Time Out of Mind” de Bob Dylan. Eu acho que foi uma observação pertinente, porém, iria além: o trabalho nesse álbum foi além. Uma acústica especial e um show vocalização do ex-Zeppelin com esta deusa da música country (com estilo refinado). Destaco desta obra as faixas “Please Read The Letter” e “Killing The Blues".

A seguir, uma viagem à minha infância com a apreciação do álbum Simon & Garfunkel, live at Central Park. Se você não tem, deveria. É uma produção muito bem cuidadosa. Ou seja: não tem overdubs descarados, e é um documento histórico dessa dupla, ao vivo em Nova York. “Old Friends” leva qualquer um às lágrimas, acompanhado de “Sounds Of Silence”, “Heart In New York”, “The Boxer” e claro: “Bridge Over Trouble Water”.
O cardápio continua com belos discos novos, como “Dig Out Your Soul”, do Oasis (“Waiting For The Rapture”, “The Turning”, e as faixas bônus “Boy With The Blues” e “I Believe In All"); “Ode To J.Smith” (tudo) do Travis, e o melhor disco do ano 2008 até o momento: “22 Dreams” do Paul Weller. Um trabalho sem fronteiras, limites musicais: rock, pop, folk, jazz, experimental e maluquices. Quem não tem esse, deveria ser processado!
Travis, the invisible band :)McCartney III
Quem conhece a fundo a carreira de Paul McCartney, sabe bem que ele é adepto à experimentação sonora. Já lançou diversos discos com psudônimos. Entre eles, The Fireman. Um alter-ego dos mais interessantes. Agora em novembro sairá a terceira edição dessa linha: “Electric Arguments”. Até agora, “Nothing Too Much, Just Out Of Sight”, “Sing The Changes” e “Lifelong Passion” foram as faixas divulgadas, e não parecem nada do que ele já fez até hoje. Mais informações aqui: http://www.thefiremanmusic.com/. (PS: ele toca todos os instrumentos no disco).

E se você gosta de McCartney, compre quando sair. E na hora, para aproveitar o clima. Ainda sobre o mito, saia à caça de um show ao vivo dele em Quebec. Fantástico. O melhor deles em décadas, com show de vocal em plenos 67 anos de idade...
No próximo post queria falar de composições, jazz (Miles Davis) e minha nova aquicisição: um toca-discos! E os primeiros LPs que eu ouvi nesse aparelhinho, incluindo meu velho Joshua Tree. Talk about killing nostalgia... :-)

