
CANÇÕES DO METRÔ - iii
Falar sobre minhas composições aqui em meu blog sobre música (e sobre o Lost, que deve recomeçar em janeiro, oba!) pode não ser de grande interesse para os leitores. As músicas são em inglês, o que também pode afastar alguns puristas. Mas isso eu não ligo! Eu escrevo por prazer, como desafio, e com a cabeça em um projeto particular. Sem ambição, mas com boas intenções!
Tenho composto bastante. Acho que fiz umas 10, entre agosto e outubro. Entre elas: “Can’t You See The Healing Light”, “In Those Small Hours Of Tuesday”, “Meant Every Line”, “A Sun Halo”, “Crescent Moon”, “On The Way To The Planet Self”, e “Somebody Else’s Life”. Outras, em progresso, incluem: “Two Unknown Dancers”, “Between Joy, Sweet Joy”, “Don’t Give Up On Me" (que comecei há anos e nunca terminei) e mais uma que não defini o título ainda.
A sensação de fazer música é muito boa. É um escape, um meio de viajar... A música para mim é a melhor das artes. Ela é um veículo, uma forma de expressão, e uma espécie de cura para alma. Mesmo que não seja algo de algo sucesso profissional, é um dom que agradeço ter. A intuição para escrever é algo raro. Sejam boas ou não, são minhas! Ou melhor: são de todas as pessoas que ouvirem. Eu espero fazer um bom trabalho quando grava-las. Fazer justiça ao potencial das canções, e para quem ouvi-las principalmente. Não quero ver ninguém tapando os ouvidos!
INSPIRAÇÕES

Eu busco inspiração em diversas fontes. Eu vi uma frase em uma foto que tirei no metrô de Londres em 2000, onde estava escrito: “Stop Day-dreaming and Go”. Nossa, caiu como um raio! Daria uma boa letra. Estou pensando nisso agora. Sobre o estilo das músicas, varia bastante. O jazz/rock é algo que me fascina. E isso está na nova “The Unknown Dancers”. Acho que vai ficar bem cool :-) . Tenho ouvido coisas diferentes: Miles Davis (“A Kind Of Blue”), James Taylor (“Hourglass” – lindo disco!) e uma nova do Paul McCartney chamada “Two Magpies”. Um tipo de som que só ele sabe fazer. O novo do Oásis (“Dig Out Your Soul”), e um favorito “Urban Hymns” do The Verve são fontes inspiradoras também. Falando no último, que canção fantástica é “Lucky Man”. Diz tudo.
Abraços


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