It's been awhile...
Próximos passos das gravações vão acontecer dia 16/5 e 6/6, quando já vou ter completado as baterias e guitarras. Ai entramos na parte dos teclados, vocais finais e a mixagem. Parece muita coisa. E é. Mas a paciência é a melhor coisa nesse momento.
Enquanto isso eu decidi trocar uma das músicas. Vou incluir "East Berlin 1989". Estamos exatamente no aniversário de 20 anos da queda do muro. Eu repensei e achei melhor inclui-la. Faltava uma música em 3/4...so this is it...
Eu tenho escrito bastante também. Algumas faixas novas são "Three Kisses", On April Twelfth, "Mend The Broken Faith", "Waiting For The Lightning To Strike" etc. Sempre é bom criar para cortar a ansiedade...
****
inspirational break
****
IN SPIRIT
I try to feel
in the maple leaf
what my hands can't touch
I just don't look back
...I'm not kissing you goodbye
By that 3/4 song
I dance alone
A toast with wine
I want to see your mind...
stripped
You are here
In spirit
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Diário do estúdio - parte 2

Enquanto estou sem as fotos das gravações, fique com uma de Abbey Road : )
Demorei para fazer uma atualização para aguardar as fases da gravação do meu álbum, que anda bem, obrigado. Recapitulando: no dia 6 de fevereiro foi a primeira entrada no estúdio, onde fizemos voz guia e base acústica de três faixas. Em ordem: “Heavier Than The Stars”, “The Night Gwen Died” e “Like The Raindrops That Are Falling” (essas duas, as favoritas da minha mulher, Cristiane). Em março, no dia 6 também, o André Fernandes me ajudou na missão de fazer base acústica para mais 7 composições, que revelo aqui: “FAB”, “A Sun Halo” “The Passage Of Time”, “Fake Fruits”, “Unkind”, “I Should Have Stopped The Clock” e “A Dream In Low Gravity”. A maratona terminou com as respectivas linhas de contrabaixo em todas as faixas, mais as três iniciadas no mês anterior.. Apesar de minha ansiedade, não deu para colocar o vocal guia nas canções naquela noite, e deixamos para domingo, dia 14 de março. Foi difícil manter a qualidade nos vocais, mas deu certo. Missão cumprida. Algumas edições na voz e a fase inicial do trabalho, pode se dizer, ficou completa.
Estúdio novo
Para a parte dois do trabalho, não posso deixar de agradecer a boa vontade de um grande amigo, Max Mismetti, que inaugurou seu estúdio particular e de cara me ajudou com os solos e as bases de guitarra elétrica. A sessões começaram antes mesmo do local ficar pronto, com bases iniciais de “A Dream In Low Gravity” e “I Should Have Stopped The Clock” (favoritas dele, deu para perceber) no dia 20 de março. Me agradaram bastante - principalmente “Gravity”. Tudo ficou melhor ainda no dia 4 de abril, quando pudemos trocar idéias com os arranjos no estúdio e ele caprichou para valer, com destaque para o slide em “The Night Gwen Died” e todo o trabalho em “A Dream In Low Gravity”, que tem até introdução com guitarra em reverso (backwards). Naquele dia fiz minha estréia na guitarra elétrica, com a base de “Unkind”. Ela terá de ser consertada ainda, mas ficou o esboço. Gostei muito de tocar. Naquela tarde de sábado, faltaram “The Passage Of Time”, “Fake Fruits” e “FAB”, além do violão dobrado em “Like The Raindrops That Are Falling” que serão feitos em breve. (valeu Max).
Teclados etc
A parte dos teclados começaria ontem, graças também ao velho amigo Mauricio Camargo de Britto, músico de primeira, que se propôs a tocar no estúdio em breve. Fizemos uns testes ontem, e ele detectou alguns problemas no baixo de “Unkind”. Também percebemos um acorde em “The Passage Of Time” e “A Dream In Low Gravity”. E isso foi de grande validade... já valeu o tempo investido ontem. Aliás, repito o agradecimento ao Maurício por suas dicas.
Recebi os mixes do Cris com as músicas que faltavam, e conclui que terei de refazer 3 linhas de contrabaixo, mais "Unkind" - e desta vez eu mesmo vou tocar. Vão acontecer em maio, com a gravação da bateria. Vamos dividir a sessão na metade desta vez.
xo
Claudio
Estúdio novo
Para a parte dois do trabalho, não posso deixar de agradecer a boa vontade de um grande amigo, Max Mismetti, que inaugurou seu estúdio particular e de cara me ajudou com os solos e as bases de guitarra elétrica. A sessões começaram antes mesmo do local ficar pronto, com bases iniciais de “A Dream In Low Gravity” e “I Should Have Stopped The Clock” (favoritas dele, deu para perceber) no dia 20 de março. Me agradaram bastante - principalmente “Gravity”. Tudo ficou melhor ainda no dia 4 de abril, quando pudemos trocar idéias com os arranjos no estúdio e ele caprichou para valer, com destaque para o slide em “The Night Gwen Died” e todo o trabalho em “A Dream In Low Gravity”, que tem até introdução com guitarra em reverso (backwards). Naquele dia fiz minha estréia na guitarra elétrica, com a base de “Unkind”. Ela terá de ser consertada ainda, mas ficou o esboço. Gostei muito de tocar. Naquela tarde de sábado, faltaram “The Passage Of Time”, “Fake Fruits” e “FAB”, além do violão dobrado em “Like The Raindrops That Are Falling” que serão feitos em breve. (valeu Max).
Teclados etc
A parte dos teclados começaria ontem, graças também ao velho amigo Mauricio Camargo de Britto, músico de primeira, que se propôs a tocar no estúdio em breve. Fizemos uns testes ontem, e ele detectou alguns problemas no baixo de “Unkind”. Também percebemos um acorde em “The Passage Of Time” e “A Dream In Low Gravity”. E isso foi de grande validade... já valeu o tempo investido ontem. Aliás, repito o agradecimento ao Maurício por suas dicas.
Recebi os mixes do Cris com as músicas que faltavam, e conclui que terei de refazer 3 linhas de contrabaixo, mais "Unkind" - e desta vez eu mesmo vou tocar. Vão acontecer em maio, com a gravação da bateria. Vamos dividir a sessão na metade desta vez.
xo
Claudio
terça-feira, 10 de março de 2009
Uma canção sobre a Cortina de Ferro

Enquanto as músicas que estarão no meu álbum não ficam prontas (mais sobre a sessão do dia 6 de março na próxima segunda-feira, quando gravarei os vocais em 7 faixas), decidi postar um vídeo com uma canção que NÃO ESTARÁ no CD. Gravei na minha câmera (que não tem muita qualidade), mas achei legal registrar para mostrar.
A música se chama "East Berlin 1989", e fala sobre um ex-soldado da Alemanha Oriental que vaga atrás de um fantasma na época da Cortina de Ferro. A letra foi inspirada por um papo com uma colega minha chamada Nathalia Ribeiro. A coisa foi a seguinte. Ela vive no Canadá há anos, e eu perguntei se ela tinha feito jornalismo. Ai ela disse: não, fiz pós aqui sobre a Guerra Fria. Falei: uau! Matéria muito bacana! E sinal de que a gente está ficando meio, er, velho.
A qualidade do vídeo não é das melhores, nem o som, mas dá para ter uma idéia. Estou pensando em grava-la no estúdio, mas isto é para depois.
Abraço
Vídeo aqui:
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Um sonho em baixa gravidade
Mais ou menos a visão do produtor do control room do estúdio
Sonhos... É bom sonhar. Melhor ainda é poder comentar sobre eles quando acontecem. Ao menos, parcialmente, já que falta muita estrada ainda! Falo sobre a minha primeira sessão de gravações no estúdio Kalimba, na zona norte de São Paulo. Eu tenho feito músicas desde os anos 90, mas nunca tinha pensado em gravar profissionalmente. Finalmente chegou o dia. Ou melhor: a noite. Ou melhor ainda: a madrugada. Foram mais de seis horas de trabalho. Primeiro, para marcar os tempos de cada faixa com precisão, usando o metrônomo eletrônico. Uma tarefa nada simples, porque quando se sai ligeiramente do andamento, tem de voltar a gravação e recomeçar de ontem parou. Levamos mais ou menos duas horas para 11 faixas. Eu e meu produtor, Cris Rodrigues (site www.crisrodrigues.com.br), nos alternando no violão. Incrível o Cris... passei os acordes e a levada das canções e ele aprendeu rápido e deu dicas excelentes para esta primeira etapa.
A Ceia
Com os metrônomos marcados e bases gravadas para 2 músicas, demos uma parada lá pelas 11h da noite para o rango... uma pizza paulistana para encher o tanque e continuar o trabalho. O Cris resolveu inovar e fazer um coquetel mix de cerveja com Coca-Cola Zero. Ele ofereceu pra eu experimentar, mas...eu passei desta vez. Afinal, eu tinha alguns vocais para gravar e não estava a fim de me transformar em uma bomba relógio ambulante (...).
Overdubs dos vocais

A parte mais divertida da sessão foi colocar os vocais e brincar com os efeitos. Em uma das músicas, o Cris tirou um dos acordes, dobrou minha voz e pediu para eu fazer um vocal sinistro e seco para terminar de forma diferente. Para esta música, eu resolvi fazer uma voz mais soturna, e me veio à cabeça “The Fly” do U2, então a inspiração foi das boas. Vou manter o suspense sobre os nomes de cada faixa para quando estiver pronto ser mais bacana, mas só como pista, este meu primeiro filhote fala da morte de uma namorada de um superser dos quadrinhos...
Sonhos... É bom sonhar. Melhor ainda é poder comentar sobre eles quando acontecem. Ao menos, parcialmente, já que falta muita estrada ainda! Falo sobre a minha primeira sessão de gravações no estúdio Kalimba, na zona norte de São Paulo. Eu tenho feito músicas desde os anos 90, mas nunca tinha pensado em gravar profissionalmente. Finalmente chegou o dia. Ou melhor: a noite. Ou melhor ainda: a madrugada. Foram mais de seis horas de trabalho. Primeiro, para marcar os tempos de cada faixa com precisão, usando o metrônomo eletrônico. Uma tarefa nada simples, porque quando se sai ligeiramente do andamento, tem de voltar a gravação e recomeçar de ontem parou. Levamos mais ou menos duas horas para 11 faixas. Eu e meu produtor, Cris Rodrigues (site www.crisrodrigues.com.br), nos alternando no violão. Incrível o Cris... passei os acordes e a levada das canções e ele aprendeu rápido e deu dicas excelentes para esta primeira etapa.
A Ceia
Com os metrônomos marcados e bases gravadas para 2 músicas, demos uma parada lá pelas 11h da noite para o rango... uma pizza paulistana para encher o tanque e continuar o trabalho. O Cris resolveu inovar e fazer um coquetel mix de cerveja com Coca-Cola Zero. Ele ofereceu pra eu experimentar, mas...eu passei desta vez. Afinal, eu tinha alguns vocais para gravar e não estava a fim de me transformar em uma bomba relógio ambulante (...).
Overdubs dos vocais

A parte mais divertida da sessão foi colocar os vocais e brincar com os efeitos. Em uma das músicas, o Cris tirou um dos acordes, dobrou minha voz e pediu para eu fazer um vocal sinistro e seco para terminar de forma diferente. Para esta música, eu resolvi fazer uma voz mais soturna, e me veio à cabeça “The Fly” do U2, então a inspiração foi das boas. Vou manter o suspense sobre os nomes de cada faixa para quando estiver pronto ser mais bacana, mas só como pista, este meu primeiro filhote fala da morte de uma namorada de um superser dos quadrinhos...

The Fly - clipe bacana do U2
Chuva em janeiro de 2007 - encontrei na internet uma da época em que fiz uma das músicas A segunda (na verdade, a primeira que gravamos), é um rock mais direto, rápido, que eu compus em 2007 e terminei este ano. Deixamos dois compassos sem melodia para fazer o instrumental, e acho que vou fazer dois solos: o primeiro, com som de órgão (que será “mexido” para dar outra sonoridade). O final da letra fala sobre uma explosão, e como termina bem seca, vou jogar um outro efeito ai para simular o estouro ;-D. Por fim, uma balada que soa meio gospel, meio country, que vou adicionar na última fase o piano elétrico. Ela fala de chuva, então quero deixar nela uma sensação de umidade natural. Não entendeu? Mas quando estiver pronta, você vai.
Próxima fase
Nem dá para descrever a sensação de ver o piloto das músicas prontas, mas acho que é possível ter uma idéia do feeling. Na próxima etapa, que deve ser depois do Carnaval, vamos fazer mais 8 bases, desta vez com mais um guitarrista. Será preciso, para agilizar o processo, já que se trabalha por hora. No mesmo dia, o projeto é colocar bateria e contrabaixo. Devo tocar contrabaixo em algumas faixas, e a bateria ficará por conta do Cris, que é um multinstrumentista muito bom.
Próxima fase
Nem dá para descrever a sensação de ver o piloto das músicas prontas, mas acho que é possível ter uma idéia do feeling. Na próxima etapa, que deve ser depois do Carnaval, vamos fazer mais 8 bases, desta vez com mais um guitarrista. Será preciso, para agilizar o processo, já que se trabalha por hora. No mesmo dia, o projeto é colocar bateria e contrabaixo. Devo tocar contrabaixo em algumas faixas, e a bateria ficará por conta do Cris, que é um multinstrumentista muito bom.
A idéia é reservar os próximos dias para overdubs vocais (vou substituir os originais das bases) e adicionar mais instrumentos, como teclados e guitarra. Na parte final, mixagem. Vai ser divertido. No final da madrugada, meu filho, Lucas e minha mulher, Cristiane apareceram lá e tiraram fotos de algumas passagens vocais. Prometo postar aqui quando o Cris enviar o material para mim (ele emprestou a máquina, então está com ele ainda).
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
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